Sintap contesta aumentos dos deputados

Ministra do Trabalho homenageada pela UGT (Audio)

Notícias IEFP

Festa de Natal CMA

Não abandonamos a porta da Câmara Municipal do Seixal.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008


Na passada sexta-feira dia 15 de Fevereiro de 08, tal como estava programado, o SINTAP – Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública montou uma acção reivindicativa á porta dos paços do concelho da Câmara Municipal do Seixal.


A jornada de luta, tinha como único objectivo obter a justa autorização para o SINTAP reunir com os trabalhadores da autarquia Seixalense.


Há porta estiveram dirigentes e delegados sindicais do SINTAP, bem como alguns trabalhadores da Câmara anónimos, que vieram manifestar a sua solidariedade. Colocamos uma faixa e distribuímos um comunicado á população a informar o porque da nossa presença. Da parte dos munícipes recebemos comentários de apoio.


A única reacção possível da edilidade do Seixal, surgiu de forma espontânea do Vereador do Partido Socialista Senhor Samuel Cruz, que veio nos cumprimentar e ouvir. Depois de uma breve conversa, fez questão de nos transmitir, que iria fazer tudo o que estivesse ao seu alcance para que a nossa revindicação fosse atendida.


Não foi possível mobilizar os trabalhadores da autarquia para a jornada de luta, porque o senhor Presidente não assina a devida autorização para que os trabalhadores possam se reunir e manifestar.


Só assina autorizações para a realização de plenários e deslocação para manifestações para as forças sindicais que entende.


É incompreensível a conduta da Câmara Municipal do Seixal, uma autarquia que transpira 25 Abril e depois não permite a liberdade sindical.Vamos novamente repetir o pedido de plenário para o mês de Março 08, e caso se mantenha esta novela, voltamos a nos manifestar á porta dos paços do concelho.


Não abandonamos a porta da Câmara Municipal do Seixal, enquanto não nos for permitido reunir com os trabalhadores.


SINTAP

Guiné-Bissau: Greve inédita paralisa Ministério das Finanças


Uma greve inédita de vários departamentos do Ministério das Finanças da Guiné-Bissau hoje iniciada promete paralisar durante três dias um dos mais importantes sectores da administração pública guineense.

De acordo com António Araújo Miranda, porta-voz do comité sindical dos trabalhadores do Ministério das Finanças, a greve foi convocada, entre outros motivos, para mostrar o desagrado dos funcionários em relação aos recentes acontecimentos registados naquele departamento estatal dirigido pelo ministro Issuf Sanhá.

O comité sindical acusa o ministro Issuf Sanhá de não ter dado explicações sobre a forma como recentemente foram admitidas 15 pessoas na Direcção-Geral do Orçamento, sem concurso público e numa altura em que estão em curso medidas de saneamento das Finanças Públicas que, entre outras, preconiza que não podem ser admitidos mais funcionários para a administração estatal.

O sindicato acusa ainda o ministro Sanhá de ter contratado duas empresas, uma de limpeza e outra de jardinagem, para prestarem serviços ao ministério das Finanças, sem concurso público, como manda a lei do país.


Os funcionários alegam ainda como motivo para a greve, o facto de serem prejudicados no momento de recepção de salários em atraso, uma vez que são os últimos a receber os ordenados. «Somos os responsáveis pelos pagamentos, mas somos sempre os últimos a receber. Às vezes ficamos sem receber quando o dinheiro não chega para pagar todos os ministérios. Isso não pode continuar», disse à Agência Lusa, Maria Silva, do comité sindical.


A Lusa constatou que as direcções-gerais do Tesouro Público, Orçamento, Direcção-Geral das Contribuições e Impostos e os serviços de expediente do próprio Ministério das Finanças encontravam-se encerrados durante o período normal do trabalho na Guiné-Bissau, das 08 da manhã às 16:00.


A Lusa tentou obter uma reacção no Ministério das Finanças, mas todos os responsáveis contactados escusaram-se a prestar declarações sob a alegação de falta de autorização superior.


O ministro das Finanças guineense encontra-se em missão de serviço nos Estados Unidos, juntamente com o primeiro-ministro, Martinho N'Dafa Cabi.


Diário Digital / Lusa

Pela primeira vez desde o 25 de Abril - Sindicalista condenado por manifestação ilegal

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Pela primeira vez desde o 25 de Abril um sindicalista foi condenado por manifestação ilegal e sem nunca ter sido notificado.

João Serpa apanhou 75 dias de prisão remíveis em multa.


O sindicalista participou num protesto em solidariedade com os trabalhadores da fábrica A. Pereira da Costa.

Em Janeiro de 2005, os trabalhadores da fábrica, que tinham salários em atraso, decidiram tentar falar com o gestor judicial da empresa em processo de falência.

O liquidatário mostrava pouca disponibilidade para a função, porque a acumulava com outras tarefas profissionais.

Mas cerca de uma centena e meia de trabalhadores procurou-o na empresa onde trabalhava.
Na qualidade de sindicalista João Serpa foi solidário com os colegas.

Perante a presença da polícia, a concentração decorreu de forma tranquila muito embora não tenham conseguido falar com o gestor judicial.

João Serpa foi identificado pela PSP, ainda prestou declarações na polícia passado um mês mas só três anos depois é que voltou a ouvir falar do caso, desta vez já na barra do Tribunal de Oeiras.
A sentença foi lida a 24 de Janeiro. Numa decisão inédita desde o 25 de Abril, João Serpa foi condenado a 75 dias de prisão remíveis a multa.

Uma sentença que considera injusta.


João Serpa acredita que justiça será feita e que a condenação acabará por ficar sem efeito. Entretanto já apresentou recurso da sentença.

Governo vs Sindicatos

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Alegria no Trabalho...

15 Fevereiro 10Horas Paços do Concelho da Câmara Municipal do Seixal – Apoie a Nossa Luta!

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Sindicato Manifestasse á porta da Câmara Municipal do Seixal

A Câmara Municipal do Seixal, desde 2006, que ignora os pedidos de autorização feitos pelo SINTAP – Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública, para realizar plenários para os trabalhadores da autarquia.

Assim sem a devida autorização, o SINTAP fica impossibilitado de reunir com os trabalhadores.

Esta tomada de posição por parte da Câmara Municipal do Seixal é uma clara violação da liberdade sindical estabelecida no decreto-lei n.º84/99 de 19 de Março.

SECÇÃO IV
Actividade sindical nos serviços
Artigo 27.o
Princípio geral

1 — É garantido o direito de exercer a actividade sindical
nas instalações dos serviços.

O nebuloso disto tudo é que a Câmara do Seixal só tem este comportamento para com o SINTAP/UGT, porque para outra força sindical, afecta á Frente Comum/CGTP a Câmara não tem o mesmo trato.

A Câmara a manter esta posição, revela claramente que tem preferências sindicais, o qual criticamos vivamente, porque os trabalhadores têm o direito de se sindicalizar no sindicato que bem entenderem e reunir com os dirigentes do seu sindicato, para que possam estar informados dos seus direitos.

O SINTAP voltou a insistir no pedido de autorização de plenário para os trabalhadores da autarquia do Seixal, para o mês de Fevereiro de 2008 e a posição da Câmara Municipal do Seixal manteve-se inalterada.

Assim em virtude da posição inqualificável da Câmara Municipal do Seixal, a Secção Regional do SINTAP Alentejo realiza (sexta-feira) dia 15 de Fevereiro de 08 um plenário pelas 10horas da manhã, com dirigentes e activistas sindicais á porta dos paços do concelho da Câmara Municipal do Seixal, rua Fernando de Sousa, n.º2840-515 Seixal, com o objectivo de reivindicar a realização de plenários na autarquia Seixalense, para os trabalhadores.
Apoie a nossa Luta!
Compareça

Campanha Trabalho digno, vida digna

sábado, 9 de fevereiro de 2008


A campanha “Trabalho Digno, Vida Digna”, liderada pela Confederação Sindical Internacional (CSI), pelo Fórum Progressista Global, pelo Alerta Social Internacional, pela Confederação Europeia de Sindicatos (CES) e pela Solidar, apela a todas as organizações para se juntarem a esta iniciativa.

Durante o decurso de 2008, a campanha “Trabalho Digno, Vida Digna” irá recolher assinaturas, nos países desenvolvidos e em desenvolvimento, para depois as entregar aos decisores internacionais.

As coligações nacionais “por um trabalho digno” também farão as mesmas exigências junto dos seus governantes.

Sindicatos, ONG’s e partidos políticos estão a ser mobilizados para a recolha de assinaturas.

Representantes de governos nacionais e de organizações quer nacionais quer internacionais, já assinaram este apelo e, juntos, comprometeram-se a lutar por sete reivindicações-chave, incluindo: a mudança de práticas comerciais desleais, a defesa do direito dos trabalhadores a se organizarem, a ratificação e implementação das Convenções das Nações Unidas e da OIT sobre a protecção dos trabalhadores migrantes e a cobertura da protecção social para os 60% da população mundial, que sem ela vive.

Aliás, foi no decurso do Fórum da OIT sobre “Trabalho Digno para uma Globalização Justa”, realizado em Lisboa, de 31 de Outubro a 2 de Novembro de 2007, que esta campanha foi lançada, numa cerimónia simbólica que consistiu no convite a diversas individualidades para assinarem o livro de honra.
Assim, a lista de signatários já inclui nomes como Juan Somavia (Director-Geral da OIT), Guy Ryder (Secretário-Geral da CSI), Conny Reuter (Secretário Geral da Solidar), Gérard Fonteneau (Secretário-Geral do Alerta Social Internacional), Maria Helena André (Secretária-Geral Adjunta da CES) João Proença (Secretário-Geral da União Geral de Trabalhadores, Portugal), José António Vieira da Silva (Ministro do Trabalho e da Solidariedade, Portugal), Sha Zukang (Secretário Geral Adjunto das Nações Unidas para os Assuntos Económicos e Sociais), Dayan Jayatileka (Presidente do Conselho de Administração da OIT), Carlos Tomada (Ministro do Trabalho da Argentina), Carlos Lupi (Ministro do Trabalho do Brasil) e Paoul Nyrup Rasmunssen (Presidente do Partido Socialista Europeu).


As sete reivindicações-chave


Trabalho Digno: Reafirmar a importância da criação de empregos estáveis e de qualidade para uma economia saudável e comunidades justas e equitativas, através da aplicação de estratégias inclusivas a favor do pleno emprego, produtivo, incluindo os que trabalham actualmente na chamada economia informal, que carecem de direitos e justiça para defenderem os seus interesses. Todas as pessoas têm direito ao trabalho, a boas condições de trabalho e a um rendimento suficiente para as suas necessidades económicas, sociais e familiares mais elementares, direito esse que deveria ser concretizado através de salários que permitam níveis de vida decentes.


Direitos: Os direitos dos trabalhadores, a constituírem e a aderirem a sindicatos e à negociação colectiva com os seus empregadores, são fundamentais para a realização de um trabalho digno, sendo que todas as organizações internacionais, governos e empresas devem assumir as suas responsabilidades respectivas, no respeito pelos direitos humanos dos trabalhadores.


Protecção Social: Reforçar e alargar a cobertura da protecção social garantindo o acesso à segurança social, pensões, subsídios de desemprego, protecção na maternidade e cuidados de saúde de qualidade para todos. Estes benefícios devem estar disponíveis para todos, incluindo os trabalhadores da chamada economia informal.


Comércio: Alterar as regras comerciais injustas e garantir que os acordos comerciais sejam transformados em instrumentos de implementação de um trabalho digno, de um desenvolvimento sustentável e do poder dos trabalhadores, das mulheres, dos desempregados e dos pobres do mundo inteiro. Devem ser incluídos nos acordos comerciais, mecanismos vinculativos para a promoção e reforço do trabalho digno, que abranjam as normas de trabalho fundamentais. Os governos devem deixar de concluir acordos comerciais que prejudiquem os pobres, criem desemprego e conduzam à exploração. As exigências das organizações dos trabalhadores e do resto da sociedade civil devem também ser ouvidas.


Dívida: Assegurar que as prioridades das instituições financeiras internacionais incluam as preocupações de índole social e ambiental. Em especial, é necessário pôr cobro às condições para a concessão de empréstimo e pagamento da dívida, que forçam os países a desregularem os mercados de trabalho, a reduzirem a despesa pública e a privatizarem os serviços públicos à custa da diminuição do âmbito e da própria qualidade. Todos os projectos financiados por estas instituições devem, na sua implementação, obedecer às normas de trabalho fundamentais.


Ajuda: Garantir que os governos respeitem o compromisso dos países ricos de elevarem o nível de ajuda oficial ao desenvolvimento para, pelo menos, 0,7% do PIB. È indispensável um financiamento adequado para o desenvolvimento, a fim de se alcançarem os Objectivos do Milénio para o Desenvolvimento.


Migração: Assegurar que os trabalhadores migrantes não sejam explorados e gozem dos mesmo direitos que os outros trabalhadores, através da ratificação das convenções relevantes da OIT e da Convenção das Nações Unidas de 1990, sobre a Protecção dos Direitos dos Trabalhadores Migrantes e suas Famílias.

Dê força a esta campanha!


Como a subscrever:
Existem duas formas de o fazer:


1. Aceda ao link abaixo indicado e preencha os campos solicitados (Nome, e-mail, profissão, país), introduzindo seguidamente o código de segurança no espaço indicado:

2. Por envio de adesão individual ou abaixo-assinado.
Neste caso deverá descarregar a Declaração procedendo ao seu envio para a UGT.Fax : 21 397 46 12 E-mail:
geral@ugt.pt

NOTA: Quer por adesão individual, quer por abaixo-assinado, na Declaração de adesão à Campanha “Trabalho Digno, Vida Digna” devem constar o Nome, Bilhete de Identidade e Profissão, e, no caso do Fax, ainda a respectiva Assinatura.